O cheque-dentista, no âmbito do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral (PNPSO), traz pacientes novos à clínica e alarga o acesso a cuidados. A contrapartida é alguma burocracia no SISO — que deixa de assustar quando se conhece o circuito. Aqui fica o passo a passo.

1. Aderir ao PNPSO

O primeiro passo é a clínica ou o médico aderir ao programa junto dos serviços competentes, cumprindo os requisitos de credenciação. Feita a adesão, passa a poder receber pacientes portadores de cheque-dentista.

2. Atender o paciente

No atendimento, valida-se o cheque (o beneficiário, a validade e o tipo de tratamento abrangido) e regista-se o ato clínico realizado. Um bom registo evita problemas na fase de faturação.

3. Faturar no SISO

A faturação ao SNS faz-se através do SISO, onde se lançam os cheques utilizados e os atos correspondentes. A atenção aos códigos e às datas é o que evita devoluções e atrasos no pagamento.

4. Prazos e recebimento

Cada ciclo tem prazos próprios de submissão e de pagamento. Manter um controlo dos cheques atendidos e conciliá-los com o que é pago evita perder dinheiro por lapsos administrativos.

Com uma ficha clínica organizada e a faturação centralizada, o circuito do cheque-dentista fica muito mais simples. Veja como o SisDent ajuda.