“Faltou mais um.” A frase é tão comum que se normaliza — e é precisamente por isso que o custo das faltas passa despercebido. Vamos pô-lo em números, porque um número muda decisões.

A fórmula do custo

O cálculo é direto: valor médio da consulta × número de faltas por dia × dias de trabalho. Se preferir ser rigoroso, use o valor médio de produção por slot (não o preço de tabela), porque é isso que a cadeira vazia deixou de gerar.

Um exemplo prático

Imagine uma consulta média de 70 € e duas faltas por dia, em 22 dias úteis: são cerca de 3 080 € por mês — mais de 36 000 € por ano — que simplesmente não entram. Numa clínica com várias cadeiras, o valor multiplica-se.

Quanto se recupera

Não se elimina o no-show, mas reduz-se muito. Confirmações automáticas costumam cortar as faltas para menos de metade; uma lista de espera converte parte das desmarcações em tratamentos feitos. Aplicando ao exemplo acima, falamos de milhares de euros recuperados por mês, com custo marginal.

Transforme o número em ação

Assim que a equipa vê o custo real, as confirmações e a gestão da lista de espera deixam de ser “mais uma tarefa” para passarem a ser prioridade óbvia.

O SisDent mostra-lhe a taxa de faltas e ajuda a reduzi-la de forma automática. Faça as contas com o SisDent.