Durante décadas, o software da clínica vivia num computador da receção — “aquele onde está o programa”. Hoje esse modelo é um risco desnecessário. Vejamos porquê.

Continuidade: o PC que não pode avariar

No modelo instalado, se o computador principal avaria, a clínica fica sem agenda, sem fichas e sem faturação. Na cloud, os dados estão em centros de dados redundantes e acede-se de qualquer posto, tablet ou telemóvel.

Backups e atualizações

Instalado significa backups manuais (quando alguém se lembra) e atualizações penosas. Na nuvem, os backups são diários e automáticos e as atualizações chegam sozinhas, sem parar a clínica.

Custo real

O software instalado esconde custos: licenças por posto, servidor local, manutenção e IT. A cloud é uma mensalidade previsível que já inclui alojamento, segurança e suporte.

Segurança e RGPD

Bem feita, a cloud é mais segura: encriptação, acessos por perfil com auditoria e dados alojados na UE. O importante é escolher um fornecedor que trate dados de saúde como categoria especial.

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